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ESPAÇOS CULTURAIS


Cinema Olympia

O Espaço Municipal Cinema Olympia fica na Avenida Presidente Vargas, nº 978. Telefone: (91)3223-0413.

Em 24 de abril de 1912 inaugurava em Belém a sala de cinema Olympia. Época do cinema mudo, o espaço atravessou vários momentos da história cinematográfica nacional e internacional. Este ano, o Olympia comemora 98 anos e está em pleno funcionamento, sendo o mais antigo do Brasil que continua exibindo a sétima arte.

A história de sucesso no ramo da cinematografia em Belém teve seu início em 1911, com a construção da sala de cinema. No início do século XX, em virtude do intercâmbio econômico com a Europa e Estados Unidos, por conta das exportações da borracha, a capital paraense sofria também uma forte influência cultural. Nesse contexto dos tempos áureos da belle époque, o Olympia foi mais uma das realizações que inseminavam o requinte da cultura européia no centro da cidade. Inaugurado em 24 de abril de 1912, no auge do cinema mudo, a sala era considerada uma das melhores, mais luxuosas e modernas de seu tempo.

Quando o Grupo Severiano Ribeiro, então proprietário da sala, anunciou que fecharia as portas do Olympia, em 12 de fevereiro de 2006, a cena cultural da cidade sofreu um duro golpe. A população se uniu a artistas e produtores para tentar manter o espaço de projeção aberto. A Prefeitura de Belém entrou na briga e assinou o contrato de locação do prédio. A atual gestão municipal recuperou o Espaço Olympia com obras realizadas sob a direção do Departamento de Patrimônio Histórico da Fumbel. O prédio ganhou fachada revitalizada, nova pintura e revisão da cobertura, de instalações e da estrutura hidráulica.

A extensa história de sucesso do cinema brasileiro mais antigo em funcionamento, ainda, desenvolveu o Projeto “A Escola vai ao Cinema”. O obejtivo é levar os encantos e conhecimentos da sétima arte aos alunos de escolas públicas, que tem programação diferenciada, com cunho pedagógico, visando à formação cultural do público estudantil.

Atualmente, além de fomentar conhecimento, cultura e lazer com a exibição de grandes títulos do cinema nacional e internacional, o Espaço Olympia também é palco para debates, simpósios, seminários e tudo o que a população em geral considerar relevante e necessite de uma infra-estrutura, como a da mais tradicional sala de exibições da cidade.


A Biblioteca Publica Municipal de Belém “Avertano Rocha” (Bpmar)

A Biblioteca Publica Municipal de Belém “Avertano Rocha” (Bpmar) criada em 21 de julho de 1972, vinculada à Prefeitura Municipal de Belém /Fundação Cultural do Município de Belém – FUMBEL constitui-se em um espaço de democratização da informação, da leitura e da literatura.

A Biblioteca passou por diversos espaços em decorrência das reformas do Chalé Tavares Cardoso onde funcionou até outubro de 2013, sendo fechada para atendimento ao público para organização do acervo para mudança para novo espaço, em virtude de o prédio entrar no processo de reforma.

A BPMAR é um espaço múltiplo de ações inovadoras de práticas leitoras que se consolidam por meio de diversificadas atividades de estimulo a leitura, desde a orientação a pesquisa bibliográfica, consulta ao acervo, cadastramento de usuários para empréstimo de livros, visitas monitoradas, leitura, cursos, oficinas, exposições, palestras, saraus literários, exibição de filmes, perpassando pelas diversas linguagens artísticas com um foco estritamente na leitura e literatura.

Desenvolve os Projetos Chalé Literário, Maré Literária, Conexão Leitura, por meio de ações culturais integradas com a comunidade, assim como desenvolve ações culturais de estimulo a leitura numa perspectiva de inclusão como alunos da APAE, Instituto do Pestalozzi, pacientes da SESPA/ CAPS (Centro de Assistência Psicossocial do Estado do Pará) e FUNPAPA/CENTRO POP/Icoaraci.

Possui como espaço de extensão, a Biblioteca Pública Municipal Maria Lúcia Medeiros- Setorial Mosqueiro, e temos como meta a construção da Biblioteca Setorial do Bairro da Pedreira em parceria com o Ministério da Cultura, sempre procurando atender a população do Município de Belém e Região das Ilhas.
São realizadas visitas diárias de estudantes, grupos de arte, artistas e da comunidade em geral transformando-o em um espaço dinâmico de fomento do conhecimento, lazer e cultura.

A BPMAR é um espaço de agregar conhecimentos, de convivência, disseminador da informação, que contribui para estabelecer uma política do livro e da leitura no Município de Belém, por meio de ações integradas com a comunidade, escritores, músicos, grupos folclóricos, artistas plásticos, arte educadores, professores, escolas entre outros.

A Biblioteca Avertano Rocha está localizada na Rua Siqueira Mendes s/n , esquina com a São Roque- Icoaraci.
Telefone: (91) 3297-8141

http://www.belem.pa.gov.br/bibliotecapublica/


Museu de Arte de Belém – Mabe

Seu estilo é chamado imperial brasileiro, um neoclássico tardio, com colunas toscanas, triângulos e simetria na fachada. No interior, estão as escadarias neogregas em mármore de lioz, dois pátios e os grandes salões.

O Museu de Arte de Belém foi instituído a partir de 1991 como um Departamento da Fundação Cultural do Município de Belém (FUMBEL), que por sua vez pertence à Prefeitura Municipal de Belém.

Em 1994, com a reinauguração do Palácio Antônio Lemos, passou a acolher as coleções oriundas respectivamente, da Pinacoteca Municipal e Museu da Cidade de Belém (MUBEL), do qual é originário.

O Museu reúne um conjunto significativo de obras de artistas locais, nacionais e estrangeiros, que referem o período áureo da borracha na cidade e um acervo contemporâneo em expansão.

O acervo possui também peças do mobiliário brasileiro do séculos XIX e início do XX, fotografias, cerâmica, objetos de interior e esculturas.

As salas para exposições homenageiam artistas, que possuem obras no acervo ou são de reconhecido valor no cenário das artes; um auditório para solenidade e uma biblioteca especializada em artes.

Ao longo de sua história, o Palácio abrigou os três poderes e passou por diversas reformas e adptações, algumas, inclusive, sem nenhum critério. Alcançou os anos 90 bastante descaracterizado e em precárias condições, levando a Prefeitura de Belém a restaurá-lo, com o apoio da Fundação Banco do Brasil.

Entregue em janeiro de 1994, foi transformado no Museu de Arte de Belém (MABE) e na sede do governo municipal.

O PALÁCIO

O Palácio Antônio Lemos é fruto da Época da Borracha, na segunda metade do século XIX, quando a Amazônia teve grande desenvolvimento econômico.

Iniciado em 1860 e inaugurado em 1885, o Palácio é um dos seus mais belos exemplos.

Construido para sede da Intendência Municipal, o povo preferiu chamá-lo de Palacete Azul, devido à cor de suas fachadas. Só na década de cinquenta ganharia o nome de “Antônio Lemos”, Intendente de Belém de 1897 a 1911 e principal responsável pelo processo de reurbanização e modernização da cidade.

O prédio está localizado no centro histórico de Belém, de frente para Praça D. Pedro II e fundos para Praça Felipe Patroni, junto às sedes do Poder Judiciário e do Legislativo Estadual.

ENDEREÇO:
Palácio Antonio Lemos – Praça D. Pedro II, S/N – Cidade Velha – Pará – CEP : 66020-240

FUNCIONAMENTO:
Segunda-feira : Museu fechado à visitação ( Expediente interno )

Terça-feira à Sexta-feira : Museu aberto das 9:00 h as 17:00 h

www.mabe.belem.pa.gov.br


Palacete Bolonha

O Palacete Bolonha é um prédio em estilo art noveau, com características clássicas da época do Ciclo da Borracha. Foi idealizado pelo arquiteto Francisco Bolonha em 1905 para presentear sua esposa, a pianista carioca Alice Tem-brink. Além do casal, o Palacete foi residência de pessoas da sociedade paraense e funcionou, inclusive, como sede da Prefeitura de Belém.

A sofisticação desse patrimônio refletem novidades arquitetônicas européias da época, trazidas para Belém por Bolonha. O arquiteto uniu vários estilos no palacete, adaptando-o às suas necessidades de trabalho. Mesmo desprezando o estilo barroco português, ainda usado na época, Bolonha deu ao palacete certas características do barroco brasileiro em sua estrutura, como o Rococó; usou o decorativismo intenso e fez a cobertura à la mansard, com telhas pintadas propositadamente para dar jogo visual à distância. A influência gótica é observada nas agulhas do teto (influência do fim do século XIX), no porão, grades e revestimentos florais. Aliás, a decoração floral também está presente na entrada, nas salas de banquete e de jantar e no teto dourado – executado na Europa, com molduras de influência grega.

No piso, a decoração ficou por conta dos ladrilhos. Em todo o primeiro andar, predominam elementos ecléticos e neoclássicos, com destaque para o Art Noveau. Já no segundo andar há o banheiro principal, com ferragens inglesas, banheira em mármore neoclássico, piso em mármore branco e preto com pastilhas azul-branco e rosa-branco. Neste segundo piso está também a sala de costura. No terceiro andar há uma capela em homenagem à Nossa Senhora de Nazaré, transformada em sala de banho por um outro proprietário, sintetiza a “alma religiosa paraense” do arquiteto Francisco Bolonha.

Francisco Bolonha nasceu em Belém, em 22 de outubro de 1872. Iniciou seus estudos na mesma cidade, mas cursou Engenharia na Escola Politécnica, no Rio de Janeiro. Em 1900, visitou a França e foi bastante influenciado pela arquitetura parisiense. O engenheiro foi contratado pela Intendência Municipal (Antônio Lemos) e pelo Governo do Estado (Augusto Montenegro) para construção de obras marcantes na cidade: Mercado de Carne Francisco Bolonha; Bar do Parque; Palacete Júlio Andrade (Gov. José Malcher / com Joaquim Nabuco); Complexo de Fornecimento de Água no Utinga / Lago Bolonha; Prédio do Jornal “Folha do Norte” – hoje “O Liberal”; Reservatório “Paes de Carvalho”, popularmente conhecido como “Três Panelas Vazias” (1º de março com Rua Ó de Almeida, demolida).

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